Nota Oficial

COMUNICADO OFICIAL FRENTE LIBERDADE CORINTHIANA – 25/11/2020

“Quanto mais a sociedade se distancia da verdade, mais ela odeia aqueles que a revelam.” George Orwell

Circulou no WhatsApp uma matéria dirigida a dois integrantes da chapa Liberdade Corinthiana, mais precisamente Leandro Cano e Herói Vicente, especificando como cada um votou nas contas da diretoria referente aos anos de 2014 e 2015. Diz o “post”, ainda, que Herói Vicente tornou-se oposicionista, eis que Andres Sanches não o nomeou ao cargo de “diretor jurídico da base”. Já era de se esperar o ataque, pois estamos às vésperas de um pleito eleitoral. Mas como não temos medo da verdade, de rigor a devida explicação ao associado.

A transparência ainda é um desafio no Corinthians, embora tenhamos um grupo político que envergue essa característica como lema, porém sem aplicá-la.

Todo poder no Corinthians emana do Associado, e essa é a premissa básica que nenhum conselheiro pode esquecer, pois só chegamos ao cargo por meio do voto. Somos os representantes dos Associados no âmbito do Conselho Deliberativo, cargo da mais alta relevância, sendo um dos poderes constituídos em nosso estatuto. Portanto, devemos respeito ao Associado, o qual tem todo direito de saber o que cada conselheiro fez durante o seu mandato. E quem exerce um cargo político está sujeito a críticas e elogios, e, jamais deve ter medo de ser fiscalizado por quem o colocou nessa situação. O único medo é de não receber mais o voto do Associado, mormente quando prometer algo e fizer o inverso.

A lista divulgada reproduziu fielmente o que constou em atas de reuniões do Conselho Deliberativo em 2015 e 2016. Sim, Leandro Cano e Herói Vicente, aprovaram as contas de 2014 e 2015. Lembram da estória das contas maquiadas? Pois bem, foi o que ocorreu.

A leitura minudente da reportagem “diretor diz que contas corinthianas foram maquiadas em R$ 328 milhões”, da FOLHA DE SÃO PAULO, revela que todos os Conselheiros Corinthianos foram induzidos a uma análise distorcida dos fatos e da situação contábil e financeira do Clube. Tanto é verdade, que apenas um rejeitou as contas daquele período remoto. E,diga-se, agiu certo!

Ora! O que o post anônimo e eminentemente enganoso pretendeu (mas não conseguiu), foi fazer crer que os integrantes da Chapa 21 aprovaram as contas de 2015 e 2016, sem mencionar, contudo, que a READEQUAÇÃO CONTÁBIL do clube só existiu por intervenção desses mesmíssimos Conselheiros da LIBERDADE CORINTHIANA, que exigiram as correções cabíveis, tendo “desaparecido” o superávit de 230 MILHÕES e “aparecido” um déficit de 97 MILHÕES! Está tudo lá nos anais do Conselho Deliberativo. Claro que isso, o dedo do “acusador” anônimo não mencionou…
Assumimos nossos atos e somos radicalmente contrários a segredo dos atos administrativos, que devem ser sempre públicos. A boa-fé que nos pauta é um padrão claramente definido desde 2015, objetivo, de comportamento, que exige do participante da Chapa 21, uma atuação refletida, preocupada unicamente com o Corinthians. Aqui não há conflito de interesses!

De novo. Os números apresentados foram de R$ 230 milhões de superávit. Aí perguntamos. Como não aprovar ? Isso mostra que não fazemos uma oposição radical, como muitos propalam nas alamedas do Parque São Jorge, mas sim, propositiva. Nos anos seguintes, após a correção do diretor financeiro, A NOSSO PEDIDO, mais uma vez frisamos, foi apresentado o déficit de 97 milhões, sendo certo que a boa-fé do integrante da diretoria foi levada em conta no momento da decisão dos dois conselheiros citados e dos demais integrantes da Frente Liberdade Corinthiana.

Nossos votos são perfeitamente passíveis de críticas e não temos o receio de expô-los, e até parabenizamos o autor oculto, pois nos deu a oportunidade de justificar nossos atos, diferentemente de outros que não querem ser fiscalizados pelos associados. Certamente é o caso do queixoso anônimo.

O sistema político corinthiano ainda é frágil porque a nossa cultura política está atrelada a vícios do passado e contém elementos de alta negatividade, como o fisiologismo, o compadrismo e o mandonismo. Os ideais do bem-estar coletivo, nesse contexto, se subordinam a visões individualistas e egocêntricas. Se isso é verdade, é verdade também que a qualidade política pode ser aperfeiçoada. E a maneira é bem mais simples do que se supõe: por meio da maior fiscalização dos atos, ações, posturas e compromissos dos representantes do associado do clube.

Isso mesmo.
O Associado tem o dever insubstituível de controlar a missão pública que confere, por seu voto, a um conselheiro. O dono do mandato é o sócio. Ao conselheiro é delegado o poder de representar o associado. Portanto, o povo (sócio) precisa controlar a representação que passa. Essa equação é absolutamente necessária para a melhoria da qualidade política corinthiana. Se o Sócio não controla o mandato, o representante tende a se afastar de suas obrigações e a esquecer os seus compromissos. Forma-se uma cadeia de inoperância e descontrole, com a visível perda de eficiência da representação parlamentar. Aos Sócios impõe-se, portanto, o acompanhamento regular dos atos de seus representantes.

A democracia repousa sobre a vontade do povo (Sócio). Seu aperfeiçoamento exige, portanto, participação ativa na vida política corinthiana. Cobrar do conselheiro os seus deveres, exigir que prestem contas de seus atos constituem providências que não podem ser postergadas, sob pena de continuarmos a conviver com os erros e distorções que separam, cada vez mais, as instituições da sociedade. Chegou a hora do cidadão (Associado) participar, de modo mais ativo, da vida política corinthiana.

Leandro Cano e Herói Vicente, bem como os demais conselheiros e membros da Liberdade Corinthiana – Chapa 21, não dependem do Corinthians para nada. Todos são muito bem sucedidos em suas atividades laboriais. Só querem um Corinthians altaneiro, sem escândalos, com as contas em ordem e um time de futebol digno de nossa história de raça e luta. Por isso que não compreendemos essa veneração pelas pessoas, quando todos deveriam colocar o Corinthians em primeiro lugar.

A política é sórdida, e os profissionais de plantão tentam inverter os valores. Independentemente das posições ideológicas e resultados nas votações do Conselho Deliberativo, a Frente Liberdade Corinthiana – Chapa 21 sempre respeitou os seus pares, e agora não seria diferente, por uma única razão chamada democracia.

Não nos acovardamos com a divulgação das atas do Conselho Deliberativo. Quem assim o fez, agiu de forma escorreita, pois são públicas. Não havia sigilo. Lamentamos apenas o seu anonimato que no caso revela covardia. Duas verdades nunca podem se contradizer , e vamos deixar o Associado refletir, pois é necessário ouvir os dois lados antes de julgar qualquer situação.
Não se luta para vencer sempre.

Mordaça no Timão não!!!!!!!

Finalmente, sobre a fake news de que um dos integrantes da Chapa 21 reivindicou o cargo de diretor jurídico da base, que aliás nem existe, o que já demonstra a má-fé da postagem marginal, temos que se trata de uma vergonhosa difamação, típica da época eleitoral, que deverá ser rebatida na seara judicial adequada, bastando o detrator anônimo se apresentar.

FRENTE LIBERDADE CORINTHIANA – CHAPA 21
Só a Verdade libertará o Corinthians!

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